domingo, 10 de janeiro de 2010

"A Melodia do Adeus" - Nicholas Sparks

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Sinopse: "Com apenas dezassete anos, Verónica Miller - ou «Ronnie», como é carinhosamente chamada - vê a sua vida virada do avesso quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai se muda da cidade de Nova Iorque, onde vivem, para Wrightsville Beach, uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte.
Três anos não são suficientes para apaziguar o seu ressentimento, e quando passa um Verão na companhia do pai, Ronnie rejeita com rebeldia todas as suas tentativas de aproximação, ameaçando antecipar o seu regresso a Nova Iorque. Mas será na tranquilidade que envolve o correr dos dias em Wrightsville Beach que Ronnie irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will, e vai afrouxando, uma a uma, todas as suas defesas, deixando-se tomar por uma paixão irrefreável e de efeitos devastadores.
Nicholas Sparks é, como sabemos, um mestre da moderna trama amorosa, e, em A Melodia do Adeus, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu imenso poder para ferir… e curar." (Wook)
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Opinião pessoal: O livro cativou-me bastante, mas mais até à parte do romance de Ronnie com Will.
Quando o pai dá mostras do seu estado degradado de saúde, a história esmorece um bocado.
Achei um piadão ao irmão da Ronnie e achei aquele Mark, agrhhh, absolutamente intragável, daquelas pessoas que desejamos que jamais se cruzem no nosso caminho :-S
E desta vez, o autor deixa-nos a "sofrer" até mesmo às últimas páginas, ficando sempre na dúvida se afinal o romance continuava ou não... o que é bom!
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Adaptação cinematográfica

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

"Marés de Inverno" - Luís Miguel Raposo

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Sinopse: "Num hospital para morrer, Michael perde as memórias de rapaz, quando o seu mundo era um grupo de amigos surfistas.
Vasco assiste ao sofrimento do amigo, ao afastamento da mulher que ama... e aperta as rédeas do tempo para cumprir uma promessa: escrever a história da sua juventude."
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Opinião pessoal: A vida de um grupo de amigos que vivia para o mar e as ondas quando eram mais novos, contada pela voz de Vasco.
É uma história bem triste, sinceramente. Vasco vê os seus amigos de infância e adolescência partirem. E ele assiste, impotente na sua humanidade. E nem no amor vingou, o pobre! :-(
Um livro recheado de metáforas, que chega a tornar-se poético a cada frase impressa.
Mas que raio deu agora aos escritores portugueses para escreverem os nomes próprios em letra minúscula?! Incomoda-me muito mesmo. Não deveriam ser eles os primeiros a dar o exemplo de como-bem-escrever? Será uma moda da literatura?!
Um livro pequenino, mas muito rico, não tanto pela história em si, mas pela maneira como está escrito.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

"Para a minha irmã" - Jodi Picoult

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Sinopse: "Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.

Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna." (wook)
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Adaptação cinematográfica

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Opinião pessoal: Excelente!

Um livro muito emotivo, que aborda questões éticas e morais muito delicadas e que nos desperta um antagonismos de sentimentos, devido ao constante conflito de interesses.

É uma história envolvente, que não deixa ninguém indiferente, talvez devido à ausência de um narrador e de serem as próprias personagens, na primeira pessoa, a apresentarem os seus pontos de vista, as suas opiniões e a contar episódios marcantes das suas vidas que os levaram a agir de determinada forma.

Tem um final surpreendente, dramático e muito triste.

Fiquei fã de Jodi Picoult.

domingo, 27 de dezembro de 2009

"A falha" - Luís Carmelo

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Sinopse: "Elvas, vinte e cinco anos após a conclusão do liceu. Um grupo de antigos alunos decide reunir-se para um almoço de confraternização, na esperança de reavivar memórias e de apaziguar os conflitos do passado. Mas o epicentro narrativo ocorre após a prova de vinhos e um passeio a uma pedreira de mármore, em Vila Viçosa.
Eis então que uma inusitada falha na pedreira fará com que os antigos colegas se vejam presos dentro de uma gruta obscura, onde irão permanecer durante dois dias, testando os limites do ser humano e lutando entre a vida e a morte, entre as ilusões do presente e os fantasmas do passado, entre um destino fatal e a fatalidade do destino, entre o racional e o irracional.
A Falha, considerado por muitos como o melhor romance até hoje publicado pelo autor e adaptado ao cinema por João Mário Grilo (2002), é certamente uma hábil análise da natureza dos seres humanos e da sociedade portuguesa pós-25 de Abril, uma incisiva metáfora do destino de um povo. " (in wook)
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Opinião pessoal: O livro relata a história de um grupo de ex-colegas de liceu que se reúnem passados vários anos, e recordam tempos antigos.
Mas o mais interessante é que o autor revela também o que vai na cabeça de cada um deles e o resultado nem sempre é o mais agradável de se ver… mas que retrata bem a realidade actual.
Conta o antes, o durante e o depois do almoço, incluindo a famigerada tragédia na pedreira. E como cada personagem ultrapassou o trauma da experiência passado algum tempo.
Apesar da história nem ser muito cativante, acho que o livro está bem escrito.
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

"Um osso na garganta" - Anthony Bourdain

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Sinopse: "Nem tudo vai bem no Dreadnaught Grill - o chef é esquisito, o patrão foi preso pelo FBI e a máfia está a aparecer por lá. E, no meio tudo isto, Tommy - inocente chef adjunto com relações mafiosas - tenta cozinhar o perfeito arroz de marisco português.
Mas quando um assassino profissional mata e desmembra um informador da polícia na área de lavagens, Tommy percebe que é tempo de tomar uma posição.
Com um cast inesquecível e uma intriga mais retorcida que uma travessa de linguini, "Um osso na garganta" é um policial irreverente, delicioso e hilariante. "
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Opinião pessoal: Terminei agora a sua leitura e gostei bastante!
É um livro "apetitoso", pois faz muitas referências culinárias, devido a algumas das personagens trabalharem no ramo da restauração.
A história está envolta em suspense, ritmo e ironia, retratando o mundo obscuro e perverso da máfia, a confirmar a línguagem utilizada... calão puro e duro!
Um policial de leitura bastante fluida, rápida e viciante :-)
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"O lado obscuro da fama" - Konsalik

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Sinopse: Felicias Saunders é uma conceituada jornalista de renome internacional. Ela é viúva.
Jerome Ballister é o seu chefe. Ele é casado e a sua mulher sofre de graves problemas cardíacos.
Khalif Omar ben Saud é um príncipe árabe multimilionário que é entrevistado por Felicias e se apaixona por ela.
A vida pessoal de Felicias é um enigma. Ninguém sabe se ela tem alguém na sua vida amorosa, até ao dia em que é fotografada num momento de grande intimidade com o seu chefe, por um jornalista contratado por Khalif.
Eles não podem assumir o seu amor, pois podem ficar com a morte da mulher de Jerome a pesar nas suas consciências.
Chantagem, homicídios e traição.
Até onde pode ir um amor proibido?
Quem assassinou os cadáveres que aparecem em casa de Ballister?
O que está Khalih disposto a fazer para conquistar Felicias? (EvaLunaSylva)
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Opinião pessoal: Já há bastante tempo que não lia um livrinho de Konsalik, apesar de ter duas prateleiras nas estantes só com livro deste autor.
Bom e só por aí se vê, gosto de Konsalik.
Cria história envolventes, com personagens criativas, muitas vezes recorrendo à imagem da mulher bela e poderosa, aparentemente desprovida de sentimentalismos, a título de exemplo temos "Ouro da selva", "Querida corsária" e "Pó mortal".
O que é certo, é que konsalik consegue-nos sempre surpreender com os seus romances emplogantes e misteriosos e com temas intrigantes.
E este não foi excepção e não desiludiu.
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"O escândalo Modigliani" - Ken Follett

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Sinopse: História em que um grupo de pessoas, quase todos jovens, se empenham em achar uma suposta obra-prima perdida do pintor Modigliani.
Se descoberto, o quadro valeria uma fortuna incalculável.
O prémio: O prestígio e a fortuna proporcionados pela descoberta da obra-prima de um gênio da pintura, dada como perdida.
Os jogadores: Uma historiadora da arte, tão bela quanto perspicaz; o ambicioso dono de uma galeria tradicional de Londres; e um pintor rejeitado que só pensa em vingança.
As regras: Vale tudo: roubo, falsificação, traição e, se preciso, até assassinato.
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Opinião pessoal: Para quem leu e gostou de "O preço do dinheiro" também irá gostar de "O Escândalo Modigliani", pois é do mesmo género e os temas abordados também são similares: intriga, corrupção, traição… Até porque Ken Follett escreveu estas duas obras com o mesmo pseudónimo, “Zachary Stone”. Ambos escritos em início de "carreira".
Bem e verdade seja dita, existe sem dúvida uma grande evolução, comparando as suas primeiras obras com as mais recentes. Mais consistência nas personagens e nos enredos e menos confusão, pois uma coisa que notei nestas duas histórias é a falta de um núcleo central de personagens principais, mas sim um leque muito vasto delas, o que faz com que por vezes o leitor se perca na história e no carácter das personagens.
Apesar de tudo, Ken Follet continua a ser um mestre da literatura. Cria histórias da Segunda Guerra Mundial como se as tivesse vivenciado pessoalmente, escreve thrillers como ninguém, para não falar do seus romances históricos, que o notabilizaram a nível mundial, com "Os pilares da terra" e "O mundo sem fim".
Acima de tudo, é um grande escritor, independentemente dos géneros em que se aventura (pois não tem exactamente um género definido, ele escreve um pouco de tudo).
O.K. Got me! I'm a fan :-P
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